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Gozando da tão necessária e relevante pausa letiva (de natal), as escolas preparam-se, agora, para enfrentar os 55 dias úteis de aulas relativos ao próximo período, que, se decorrer de modo idêntico ao primeiro, será excecional.

A última semana foi fértil em notícias sobre a pertinência da elaboração e divulgação do mapeamento dos casos Covid nas escolas portuguesas.

O Conselho Nacional de Educação (CNE), elaborou e aprovou uma Recomendação sobre "A condição dos assistentes e dos técnicos especializados que integram as actividades educativas das escolas".

Não compreendo, e repudio, as afirmações de “doutrinação” que pretendem infligir nova machadada à classe docente a pretexto da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

Em 2017, foram editados dois livros de exercícios - o Bloco de Atividades para Rapazes, com capa de azul predominante, e o Bloco de Atividades para Meninas, com capa dominantemente rosa -, destinados a crianças dos 4 aos 6 anos, contendo 62 atividades, com resolução de grau de dificuldade semelhante.

Há meses que as escolas e os seus diretores estão a trabalhar para o arranque do novo ano letivo, diz Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, a quem pedimos um ponto da situação.

A FNE (Federação Nacional da Educação), a CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais) e a ANDAEP (Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas) realizaram esta tarde, uma conferência de imprensa conjunta, com a presença do Secretário-Geral da FNE, João Dias da Silva, de Jorge Ascenção, Presidente do Conselho Executivo da CONFAP e Filinto Lima, Presidente da ANDAEP, onde foram apresentadas publicamente um conjunto de preocupações e sugestões sobre a organização do ano letivo de 2020/2021.

É já no próximo dia 6 de junho de 2020 que se realiza a VIII Convenção Nacional da FNE (Federação Nacional da Educação), CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais) e ANDAEP (Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas), à volta do tema “A Escola como foi, como está a ser...e como será?”, este ano e de forma excecional em formato webinar.

Assunto: Implicações das consequências do Covid-19 no decurso do 3.º período letivo e no ano escolar 2020/2021

O eventual regresso dos alunos às escolas, no presente ano letivo, só deverá acontecer, na opinião da FNE, CONFAP e ANDAEP, desde que esteja assegurado um conjunto de condições.

Decorrida a 1.ª semana do #EstudoEmCasa (a renovada "telescola"), é a altura para fazer um balanço provisório das sessões que se aguardaram com tão grande expectativa, considerando, pessoalmente, não ter sido defraudada.

Já dizia Pitágoras: eduquemos as crianças para que não seja necessário punir os adultos.

Todas as situações difíceis, como a que nos assola atualmente, abrem portas a oportunidades de progresso e melhoria, no porvir que determinará práticas novas e desafiantes.

Nove de abril apresentou-se como o Dia D para as escolas, aguardado com enorme expectativa por todos, principalmente pelos atores e suas comunidades educativas.

“Aconteça o que acontecer”, no próximo ano lectivo vai estar “assegurada a universalidade do acesso às plataformas digitais para todos os alunos do ensino básico e secundário”.

Se os alunos do 11.º e 12.º regressarem às aulas presenciais até 26 de junho, tanto eles como professores e funcionários terão de usar obrigatoriamente máscara.

Permanecendo escudados nos seus confortáveis gabinetes ou nos seus lares, os responsáveis do ensino superior serão corresponsáveis, por omissão, do que suceder de negativo este ano.

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